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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

ARI premia Fotojornalismo Planejamento Gráfico e Charge

Fotojornalismo, Planejamento Gráfico e Charge foram as categorias que encerraram o prêmio da Associação Riograndense de Imprensa. 


A categoria Jornalismo Impresso/Fotojornalismo reconheceu Luis Tadeu Vilani, de Zero Hora, em primeiro lugar, com a imagem ‘A face gaúcha da miséria’. Paulo Rossi, do jornal Diário Popular de Pelotas, venceu o segundo lugar com ‘Enchente em São Lourenço deixa oito mortos e 15 mil desalojados’, enquanto Bruno Alencastro, do Correio do Povo, foi agraciado com a menção honrosa pela foto ‘Soterrados’. 


Em Planejamento Gráfico, a reportagem ‘O Brasil de Bombachas’, assinada por Diego Borges da Silva, de Zero Hora, foi a vencedora. Gilmar Luiz Tatsch, o Tacho, ficou em segundo lugar com ‘Roteiros da Serra’, publicado nos Jornais do Grupo Sinos. Já a menção honrosa deste quesito foi para Ana Maria Benedetti, de ZH, pelo trabalho ‘A face gaúcha da miséria’. 


Encerrou a categoria Jornalismo impresso a área de Charge, na qual concorreram dois profissionais: Neltair Rebes Abreu, o Santiago, que foi o primeiro colocado com ‘Vovôs torturadores’, e Tacho em segundo, com ‘Nossas Façanhas’, charge que foi publicada no Jornal NH. 


Fonte: Coletiva

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Datafolha diz que brasileiros lêem mais notícias no impresso

Uma pesquisa realizada pela Datafolha, Instituto de Pesquisa mantido pelo Grupo Folha, revelou que a maioria dos brasileiros prefere ler notícias em jornais.



O estudo registrou que 73% dos entrevistados dão preferência à versão impressa do que ao acompanhamento das informações pelas plataformas eletrônicas destes mesmos veículos de comunicação. De acordo com o estudo, os impressos têm outro fator a ser comemorado, pois mais de 21 milhões de brasileiros declaram ler jornais todos os dias.

O estudo foi elaborado durante dois meses – março e abril – deste ano e entrevistou pessoas por 179 cidades em todas as regiões do País. Além de dados referente à leitura de jornais impressos, a pesquisa apontou ainda que a TV é o meio predileto pela população no quesito notícia, com 90% dos entrevistados declarando que o meio é melhor para acompanhar os fatos.

Fonte: PropagandaRS

terça-feira, 31 de maio de 2011

ANJ cria programa de autorregulamentação

Reconhecimento e publicação de erros, implantação de canais de atendimento, publicação de cartas e e-mails, criação de fóruns de análise crítica e adoção de manual de ética são as principais recomendações do Programa Permanente de Autorregulamentação da Associação Nacional de Jornais (ANJ). O projeto foi aprovado no dia 26 de maio, em assembleia geral da entidade, em Brasília. De acordo com a presidente da ANJ, Judith Brito, a autorregulamentação tornou-se necessária depois da revogação da lei de imprensa, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em abril de 2009. “Além de um desejo da ANJ em promover maior transparência na relação com leitores”, acrescentou.

A nova redação determina que jornais e sites devem criar modelo de autorregulamentação, comunicar a iniciativa à ANJ e informar com clareza aos leitores o que está sendo instituído. O período para implantação pelas 150 empresas associadas ainda será definido.

O programa teve dois votos contrários, dos jornais Correio do Povo (RS) e Hoje em Dia  (MG), ligados à Igreja Universal do Reino de Deus. De acordo com a Folha de S.Paulo, os representantes desses títulos disseram apenas que a posição seria registrada na ata da assembleia. "Eles entenderam que o programa pode indispor os leitores com os jornais ou tornar mais frágil a relação dos jornais com os leitores, o que é exatamente o contrário do que pretendemos", disse o diretor-executivo da ANJ, Ricardo Pedreira.

Fonte: Coletiva.net

segunda-feira, 21 de março de 2011

Acervo de jornais raros no Museu da Comunicação

Texto e fotos: Cibele Avendano


Com a ajuda dos estudantes do curso de história da ULBRA e da Caixa Econômica Federal, o Museu de Comunicação Hipólito José da Costa realizou o projeto de pesquisa e catalogação de informações relativas à coleção de “jornais raros” do setor de Imprensa, formando um grande acervo informatizado.


No site do Museu são encontrados em arquivos 721 títulos, abrangendo o período entre 1808 e 1924, onde a comunidade pode conferir desde jornais do interior do Rio Grande do Sul como do centro do país. São arquivos raros que passaram por períodos onde a imprensa era tratada como fonte de informações políticas.


O objetivo final do projeto trouxe a edição do livro homônimo, acompanhado de um CD Rom, que reproduz imagens digitalizadas das capas dos jornais e o seu histórico.


Para Paulo Salazar, freqüentador assíduo do Museu, reler os exemplares dos jornais antigos faz com que fatos importantes noticiados na época não sejam esquecidos.