O Programa de Bolsas para Jornalistas Reham Al-Farra (RAF) Memorial 2012 irá selecionar quatro brasileiros para conhecer de perto o trabalho das Nações Unidas e cobrir a 67ª Sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Para participar, os candidatos devem possuir experiência, estar trabalhando em algum veículo de comunicação e ter de 22 a 35 anos. A seleção será feita pelo Departamento de Informação Pública (DPI) da ONU.
Marcado para ser realizado de 4 de setembro a 5 de outubro, o programa vai pré-selecionar os candidatos em junho. Esses farão prova de inglês e uma entrevista via telefone para avaliar a fluência no idioma. As inscrições devem ser feitas até 31 de maio, pelo e-mail.
A bolsa inclui passagens de ida e volta e diárias em hotel durante a cobertura. Os eventos acontecerão nas primeiras quatro semanas, na sede da ONU em Nova York e, na última semana, em Genebra.
No total, o programa de bolsas vai selecionar 12 candidatos, entre concorrentes de 24 países em desenvolvimento. Participar do programa é uma oportunidade para se familiarizar com o trabalho das Nações Unidas e cobrir a 67ª Sessão da Assembleia Geral da ONU.
Fonte: Coletiva
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segunda-feira, 26 de março de 2012
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Jornalistas querem igualdade de gênero no mercado de trabalho
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e os sindicatos de jornalistas iniciaram neste mês uma parceria com a ONU Mulheres. A iniciativa visa movimentar uma campanha de sensibilização e esclarecimento junto à categoria referente à promoção da igualdade racial e de gênero no mercado de trabalho. A primeira medida é incluir a “auto declaração étnico-racial” nas fichas cadastrais das entidades sindicais; a outra é o curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, iniciado em 8 de agosto e que segue até 1º de setembro em oito cidades.
Com o objetivo de dar maior visibilidade às questões étnicas nos meios de comunicação e no mercado de trabalho, a parceria deu origem à campanha ‘Jornalista de verdade assume a sua identidade’. A ideia é que as informações sobre raça, cor e etnia no cadastro sindical resultem em dados estatísticos e, dessa forma, possam influenciar na análise de indicadores sobre o modo de vida profissional das jornalistas afro-descendentes e indígenas.
Fonte : Coletiva
Com o objetivo de dar maior visibilidade às questões étnicas nos meios de comunicação e no mercado de trabalho, a parceria deu origem à campanha ‘Jornalista de verdade assume a sua identidade’. A ideia é que as informações sobre raça, cor e etnia no cadastro sindical resultem em dados estatísticos e, dessa forma, possam influenciar na análise de indicadores sobre o modo de vida profissional das jornalistas afro-descendentes e indígenas.
Fonte : Coletiva
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